Balzaquianos

Para comemorar meus 43 anos – 13 oficiais de balzaquiana convicta – eu publiquei uma série de textos chamados “30 razões para sermos balzaquianos convictos, mas não invictos. (Afinal, o sexo oposto ainda serve para alguma coisa).” Meu único objetivo era o de expressar a minha opinião pessoal sobre a vida de solteira e sobre alguns relacionamentos amorosos. Não a considerava, e não a considero, mais correta do que a dos outros. É simplesmente a minha. Onde muitos veem solidão, eu vejo paz. Ser solteiro(a) não significa necessariamente ser solitário(a). Eu sempre fico chocada quando vejo pessoas – não importa se homens ou mulheres – independentes, bonitas e inteligentes humilhando-se; contentando-se com migalhas; submetendo-se a relacionamentos disfuncionais para não ficarem sozinhas. Admiro muito os casais que lutam pelos seus relacionamentos e resolvem suas diferenças. O que precisamos saber é por quem devemos lutar; até aonde devemos ir.

Acredito que meu objetivo inicial tenha sido alcançado. As minhas expectativas foram, com certeza, superadas. Eu nunca imaginei que tantas pessoas de tantos países, línguas e costumes diferentes leriam e comentariam os textos. Nunca pensei, também, que os posts poderiam se transformar em um livro. Mas, mais uma vez, fui surpreendida: no ano passado meu livro foi publicado.

balzaquianos_07_05_2014

Os textos, na sua versão em Português, foram retirados por causa de uma exigência contratual.

O livro pode ser adquirido no site da Cultura: http://www.livrariacultura.com.br/p/30-razoes-para-sermos-balzaquianos-e-outras-42746545?id_link=12212&utm_source=criteo&utm_medium=cpc&utm_term=remarketing&utm_content&utm_campaign=LITERATURA+BRASILEIRA+-+CONTOS+E+CR%C3%94NICAS

ou na Amazon: http://www.amazon.com/Raz%C3%B5es-sermos-balzaquianos-outras-hist%C3%B3rias/dp/8541606856/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1414605636&sr=8-1&keywords=30+razoes+para+sermos+balzaquianos

As 30 razões que dão título à obra fazem uma referência óbvia à origem do termo balzaquiana e começam como toda análise freudiana: no cerne familiar. Segue-se a análise de relacionamentos vários e o questionamento de até aonde se deve ir para a manutenção dos mesmos; a lógica ilógica dos ciumentos e a violência contra as mulheres. Rótulos a parte, o que elas querem mesmo é um homem limpo e que use preservativos. A infidelidade; os erros que transformam as celebrações em fiascos; aqueles que tentam mudar o seus parceiros, ou que fingem ser quem não são; a reinvenção da morte por amor; a rejeição; a conquista amorosa; a inversão dos papéis masculinos e femininos e um conto de fadas às avessas são os temas seguintes. Seguem-se os estereótipos masculinos e femininos. Uma crise de TPM e divergentes exigências estéticas acabam com qualquer discussão sobre a igualdade entre os sexos. “E viveram felizes para sempre”; filhos mal educados; sogros; animais de estimação; produção independente; as separações, inclusive a de bens, e o caos criado por elas fecham a lista. As outras histórias são desdobramentos destes temas e são mais dramáticas e/ou mais irônicas que os mesmos. Nasceram para ilustrá-los e acabaram por transcendê-los.

Espero que todos gostem e continuem me enviando seus comentários.

 

 

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5 pensamentos sobre “Balzaquianos

    • You are welcome. I actually loved your posts. They are great! I loved the background images and the selected messages! Congratulations!
      Thank you for your comment on my page Balzaquianos as well. 🙂

  1. Pingback: Balzaquianos | balzaquianos

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